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Veja como Grupo City planeja investir R$ 1 bilhão no Bahia

A assinatura do contrato para a entrada do Bahia no Grupo City é tratada como um marco zero para a transformação do clube e, ao mesmo tempo, a formalização da aterrissagem no Brasil de um dos principais conglomerados de clubes do mundo.
O compromisso é de um investimento de R$ 1 bilhão nos próximos 15 anos. Metade desse valor será investido de jogadores e o ritmo da injeção dependerá do desenvolvimento do time nas próximas temporadas.LEIA TAMBÉM:Ceará vence Sport nos pênaltis e conquista Copa do NordesteAtlético-MG vence Alianza Lima e respira na LibertadoresFerran Soriano, CEO do City Football Group, deu nesta quinta-feira (4) alguns detalhes da estratégia de crescimento para o Bahia e explicou o posicionamento do tricolor dentro da estrutura que agora conta com 13 clubes.
“O Bahia é excepcional, pelo tamanho, pelo tamanho da torcida. Vai ser o segundo maior clube do grupo. (…) Nosso esforço é para o Bahia crescer, esportivamente, economicamente e socialmente”, avisou Ferran.
A VISÃO DO GRUPO
O foco no primeiro momento está na exploração da identidade do Bahia e do estado, usando a representatividade do clube no “tecido social” baiano. Diante disso, eles enxergam um potencial de trabalho intenso de massificação da marca frente a pelo menos 15 milhões de pessoas na Bahia. 

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   A entrada no grupo dá ao Bahia um novo CEO, Raul Aguirre, que trabalhará ao lado do executivo de futebol já atuante no clube, Carlos Santoro.
A ideia é “colocar o Bahia na tomada” que dá acesso à energia do Grupo City, com objetivo de aumentar as receitas do clube de forma sustentável. Soriano calcula seis meses para que o Bahia se adapte por completo ao ritmo operacional e administrativo do City.
“Queremos um ritmo de crescimento rápido. Evidentemente a receita é menor do que você mencionou [Flamengo, que fechou 2022 com R$ 1,17 bilhão]. Nosso objetivo é crescer esportivamente e economicamente. O time liderado pelo Raul vai estar focado no crescimento comercial para crescer a nossa receita. Se não crescermos a receita, não crescermos a receita, não podemos investir em jogadores, faz parte do ciclo virtuoso que estamos começando hoje”, disse Feran.
No escopo da proposta de R$ 1 bilhão de investimentos, R$ 300 milhões vão para o pagamento das dívidas e R$ 200 milhões serão destinados à estrutura do clube e base.
VISÃO DO CEO DO GRUPO CITY SOBRE O LADO ESPORTIVO
Retorno esportivo: “Paciência, o trabalho é de longo prazo. É uma realidade que já aconteceu. Se vocês olharem para o Manchester City, é um grande clube, ganhou quatro dos últimos cinco títulos da Premier League. Mas isso foi feito em dez anos. São 14 anos de trabalho para chegar aqui. Então, é o ano zero. Paciência, confiança, não vamos tomar decisões baseadas em dois ou três resultados. Não vai ser uma decisão emocional”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Esporte Clube Bahia (@ecbahia) Ideia de jogo: “A ideia do nosso futebol é o primeiro, futebol de ataque, futebol bonito. Sei também que implementar essa filosofia não é fácil. Guardiola faz de um jeito que é diferente em Nova York e que vai ser diferente na Bahia. Mas a ideia de base vai ser o futebol espetáculo, futebol que quer ter a bola e a iniciativa no jogo”.
OPORTUNIDADE PARA SAF NO BRASIL
A chegada do Grupo City inicia um segundo momento de chegada de investidores no futebol brasileiro. Algo que começou com as SAFs de Botafogo, Cruzeiro e Vasco no ano passado. O City viu a janela de oportunidade e entrou no projeto, aproveitando a recente alteração na legislação brasileira.
“O City Football Group quer ser o maior do mundo. Tínhamos que estar no Brasil, o país do futebol, com tanto talento de futebol. E com as oportunidades que estão crescendo. É o momento certo de investir no futebol no Brasil, até porque a lei mudou”, explicou Soriano.
“Ficamos convencidos, depois de trabalhar por muito tempo, que o Bahia era a melhor opção. Primeiro, pelo tamanho atual e, segundo, pelo potencial. Ficamos impressionados com a diretoria, com o que vimos fazer nas piores circunstâncias, a pandemia e o rebaixamento”.
PARTICIPAÇÃO NA LIGA
O Bahia entrou na Libra, bloco para formação da liga que conta com Flamengo, Vasco, Botafogo, São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Santos, Cruzeiro e Grêmio, por exemplo. O timing de vinda do Grupo City coincide com o vislumbre de um salto do mercado brasileiro, caso o projeto avance.
“A oportunidade de crescimento do Bahia acompanha o crescimento da liga do Campeonato Brasileiro, que não se desenvolveu da maneira que poderia acontecer. Mas estamos em um momento que pode acontecer. Na Inglaterra, há 20 anos, a Premier League não era o que é agora”, disse Ferran Soriano.
“Queremos participar, como todo mundo, com a diferença de que vamos tentar trazer a nossa experiência. A gente trabalha em 12 ligas no mundo. Agora, 13. Temos experiência em quais coisas funcionam ou não. Vamos trazer para a discussão, com humildade e do ponto de vista de ser mais um clube participando das discussões”.BOAS VINDAS DO COIRMÃOWelcome to the family, @ecbahia! 💙 https://t.co/Qd5bihB5Nd— Manchester City (@ManCity) May 4, 2023 VEJA MAIS:

Fonte: DOL – Diário Online – Portal de NotÍcias 

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