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Técnico do Paysandu explica time alternativo e foca no Águia

Algumas pessoas se surpreenderam com a escalação do Paysandu diante da Tuna Luso, na Curuzu, nesta quarta-feira (19), em partida pelas quartas de final do Campeonato Paraense. Com uma equipe contando com apenas quatro titulares, o Papão empatou em 1 a 1 e garantiu classificação às semifinais da competição, já que na ida os bicolores venceram por 4 a 1.”O time me agradou. A equipe fez um primeiro tempo muito bom. Teve o lance do pênalti que desestabilizou um pouco, mas voltamos a ter equilíbrio na partida e criamos chances para vencer. Não estávamos classificados, mas tínhamos uma vantagem muito boa. Eu acredito no nosso grupo. Tínhamos condições de vencer o jogo. Toda nossa defesa já foi titular. Colocamos alguns jogadores. Tivemos poucas trocas. Sabíamos o que estávamos fazendo. A Tuna não tinha ameaçado em nenhum momento nada até o pênalti. Mas tivemos força para empatar e até mesmo virar. Estamos classificados e agora é ir para Marabá”, destacou.

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 “Será um jogo difícil, com uma viagem longa. Temos que colocar tudo isso em pauta. O tempo de uma partida para a outra é muito curto. Poderíamos perder jogadores, ter um desgaste desnecessário. Colocamos os titulares no primeiro jogo para fazermos o placar e fizemos. Hoje, tínhamos a condição de mesclar. Mesmo assim colocamos uma equipe competitiva”, ressaltou.Agora, o Papão volta suas atenções para o Águia de Marabá. A Federação Paraense de Futebol (FPF) ainda não confirmou os detalhes da semifinal entre as equipes, mas a previsão é que o jogo da ida aconteça no próximo sábado (22), no Zinho de Oliveira. O técnico bicolor tem algumas dúvidas para o confronto e pode ser obrigado a fazer alterações.”O Águia tem alguns jogadores interessantes. Eles eliminaram o Goiás na Copa do Brasil e certamente possuem nosso respeito. Precisamos descansar, nos alimentar, para podermos enfrentá-los no sábado com uma boa condição física e técnica para conseguir o nosso objetivo. É sempre importante ter todos os jogadores. Ainda não sei se teremos todos. As vezes não queremos mudar e somos obrigados por circunstâncias de contusão. O Samuel teve uma fratura no nariz. Thiago sentiu um incômodo. O Bruno Alves estava sentindo a coxa. Mas podemos observar outros, como o Luis Phelipe, que mostrou uma qualidade muito grande e que pode nos ajudar”, ponderou.O confronto contra o Águia de Marabá antecede a partida diante do Fluminense, na próxima terça-feira (25), no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, em Belém. Apesar da dimensão da partida, o foco total é no Azulão Marabaense, já que o Papão quer uma vaga na final do Campeonato Paraense para seguir sonhando com o 50º título estadual.”Temos que pensar jogo a jogo, passo a passo. O primeiro jogo que temos pela frente é o Águia. Não podemos pensar no Fluminense antes de jogar com o Águia. Hoje, é o nosso jogo mais importante e temos que fazer de tudo para alcançar nosso objetivo”, finalizou.Leia Mais:- Águia de Marabá e Cametá garantem vaga na Série D de 2024 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paysandu Sport Club (@paysandu)

Fonte: DOL – Diário Online – Portal de NotÍcias 

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